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GUERRA ENTRE GLOBO E RECORD: TENDÊNCIAS/DEBATES

Posted in Artigos on 19 de novembro de 2009 by elizeudalbonigarcia

 Não dá para torcer por esse time…

As pessoas se dividem entre os que acham bom qualquer ataque à Globo e os que dizem: “ninguém tem razão”. Neste caso, não se justifica Por ANTONIO ATHAYDE* A MÍDIA tem dado enorme destaque à guerra de audiência travada entre Globo e Record. O Ibope das emissoras interessa ao público em geral, aos anunciantes e às agências de propaganda. Quando a liderança da Globo parece ameaçada, a torcida para que um concorrente chegue mais perto da líder se agita. Foi assim quando a Manchete lançou a novela “Pantanal” e quando o SBT exibiu um genérico do “Big Brother”, a “Casa dos Artistas”. Tais programas de grande sucesso de público, porém, não se traduziram numa grade de programação que pudesse manter o telespectador ligado no canal, condição essencial para a sustentabilidade de um modelo de produção de uma rede de TV. Na Globo, no entanto, tais fatos produziram uma reação de seus profissionais para enfrentar o desafio, confirmando a regra de que a concorrência faz bem. Hoje a Record passou o SBT, mas há uma diferença fundamental: a Globo e seus concorrentes -Band, Rede TV!, SBT e emissoras independentes- vivem do mercado publicitário. A Record, por sua vez, tem como fonte quase inesgotável de recursos o aluguel da programação da madrugada para a Igreja Universal. Os valores pagos não se justificam por critérios técnicos de compra de mídia. Não há relação custo/benefício que recomende tal investimento. Muitos entendem as matérias que a Globo exibe em seus telejornais como movidas pelo medo da concorrência, e é isso que os bispos da Record querem fazer crer. Trabalhei na Globo por 20 anos (também trabalhei na Band e no SBT, quero uma concorrência mais ativa e lutei por isso) e conheço seus profissionais. Eles não têm medo da concorrência. Os números da Globo são públicos e são mais do que suficientes para enfrentar a guerra pela audiência. O que os jornais mostram sobre os métodos de arrecadação da igreja demonstra a exploração da boa-fé da população, crime que está a exigir a ação do Ministério Público e da Justiça. Um império empresarial foi construído, no Brasil e no exterior, como investigado e publicado pela jornalista Elvira Lobato, da Folha, com base nos milhões de reais arrancados de pessoas humildes levadas a crer em recompensas de uma vida melhor. É triste que a democracia não encontre meios eficazes para impedir que essa prática continue. É lamentável que jornalistas da Record se disponham ao papel de realizar programas de televisão, como se investigativos fossem, despejando mentiras, meias verdades e acusações antigas sobre seus telespectadores, jogando no lixo o que os meios de comunicação têm de mais precioso: a credibilidade. Leiam o livro “Plano de Poder”, do bispo Edir Macedo. Subtítulo: “Deus, os cristãos e a política”. É um livro político e reflete um projeto político. Alguns capítulos: “A visão estadista de Deus”; “As consequências da falta de representatividade política”; “O encontro com Deus e a missão”. Dois parágrafos: “O projeto de nação pretendido por Deus depende do que estamos enfatizando em nossa argumentação: que os cristãos precisam despertar para a realidade do projeto, envolver-se e mobilizar-se para realização desse sonho divinal”. “Quando se trata dos votos dos evangélicos, estamos diante de dois interesses: o interesse dos próprios cristãos em ter representantes genuínos e o interesse de Deus de que seu projeto de nação se conclua.” Quem se considera o intérprete do projeto de nação, desse sonho divinal que teria o Criador? O livro tenta colocar sob um mesmo manto os pastores evangélicos, equiparando os que, por sua crença absolutamente respeitável, levam conforto espiritual aos fiéis, àqueles que objetivam o poder, a ser conquistado por meio de um conglomerado de empresas de comunicação lastreado em doações com outra finalidade. Misturar religião, televisão e política tem potencial explosivo. Os exemplos estão todos aí. Voltando à TV: é necessário que anunciantes e agências apoiem as iniciativas dos concorrentes da Globo. O SBT começa a reagir, a Band tem grandes oportunidades, inclusive com seus canais pagos, e a RedeTV! está equipada com o que há de mais moderno em tecnologia para dar um salto de audiência e faturamento. Público e crítica se dividem entre os que acham bom qualquer ataque à Globo (“monopólio” etc.) e os que preferem dizer “isso é uma guerrinha em que ninguém tem razão”. neste caso, não se justifica. De um dos lados está um grupo econômico que tem nas costas um histórico de acusações de crimes graves e de práticas nefastas de obtenção de recursos. Então, não dá para torcer para esse time nem dar uma de indiferente. *ANTONIO ATHAYDE , 64, engenheiro, é consultor da ANJ (Associação Nacional de Jornais). Foi executivo sênior da Rede Globo, Gobosat/NET Brasil, Globopar, Rede Bandeirantes e SBT. Trabalhou como consultor da Telefónica para projetos de TV na América Latina e para o Grupo Abril.

http://www.caiofabio.com/2009/conteudo.asp?codigo=05226

QUANDO A VAIDADE, A AMARGURA E A PLATÉIA ENLOUQUECEM ATÉ GENTE COM POTENCIAL PARA O BEM…

Posted in Artigos on 11 de novembro de 2009 by elizeudalbonigarcia

Minha mulher estava lendo uma revista evangélica que me é enviada e o fazia em estado de perplexidade ante o artigo de uma pessoa considerada séria, e que dizia que apesar de o Neo-Pentecostalismo ser a expressão mais completa da total ausência do Evangelho, todavia, dizia ela, tem-se de admitir que tais movimentos têm promovido, com suas teologias de sucesso e prosperidades, um espírito de ascensão social, o qual, é inegavelmente positivo, segundo ela; para depois concluir que quem se opõe a tais coisas, sejam pessoa criticas, negativas e sem Graça e Misericórdia.  

Então Adriana me leu o texto da revista…

Ao concluir disse mais ou menos o seguinte [com palavras e modos dela, que não são fáceis para mim o reproduzir com exatidão]:

Mas esta pessoa aqui não é séria?… Como ela pode estar tão vendida assim?… O que ela está fazendo é um desserviço ao Evangelho… Ela está jogando pra platéia… Está corrompendo a consciência dos frágeis… Ou não entendeu o Evangelho ou está em engano…”   

Achei patético também… Deu-me pena…; mas depois muita compaixão.

O que a pessoa dizia era que se o fator sócio-econômico mostrar indicadores de ascensão social, então, mesmo que seja algo feito em nome de Jesus, mas que seja a própria antítese do Evangelho, pelo fenômeno do estimulo e resultado de sucesso no mercado […]; sim, por tais realizações o anti-evangelho estaria justificado […]; enquanto os que acusam tais coisas de serem os piores inimigos da Cruz de Cristo justamente por falarem em nome de Jesus aquilo de Jesus nada tem, são vistos como os negativos e sem Graça de Deus na vida.

O que a pessoa de fato dizia, simplificando, é que o critério mundano de ascensão sócio-econômico, tem supremacia em importância sobre o Evangelho; e, com isto, afirma também que o eixo de seu amor mudou da eternidade para o mundo, para o mercado, para Babilônia, em sutil abandono do amor pela Nova Jerusalém; ou seja: deixou de dizer seja feita a Tua vontade assim na Terra como no céu; e passou a dizer: Que o padrão da Nova Zelândia e do 1º mundo nos alcancem a qualquer preço, ainda que seja pela via de um estelionato para com Jesus e o Evangelho.

Ou seja: aquilo que é importante diante dos homens e que Jesus disse que é abominação diante de Deus, para ela passou a ser o critério superior para determinar se algo é positivo ou negativo, sem entender que a inversão de tal valor corrompe o ser, arranca toda esperança da glória de Deus do coração, e, literalmente […] enterra a pessoa no pó da terra; e, sem que ela note, tal hiper-valorização dos fenômenos terrenos, acabam por expulsar os últimos resíduos de esperança do coração…

Um dia a pessoa acorda e já não é…

E mais ainda sobre o artigo da revista cristã:…tudo o que a pessoa dizia era em nome do Cristianismo, e nunca em nome de Jesus; sim, nunca em nome do Evangelho; e por uma razão: lá no fundo ela sabe que é impossível.

A gente pode nascer filho de Deus, e, de repente, sem sentir, virar neto do 13º Apóstolo, o Pai do Cristianismo, o Vovô Imperador Constantino. Esse é o poder corruptor da Religião […]; e que eu conheço muito bem; com certeza bem mais do que ela; e há muito mais tempo e em intensidade e profundidade que ela não sonha sequer avaliar…

Com muito desejo de que a verdade não gere amargura, mas quebrantamento sincero […] — desejo a tal pessoa e a todo aquele que advogue a mesma causa irreconciliável com Jesus e com o Evangelho, que a Palavra da Vida prevaleça sobre a Vida sem Palavra, mas apenas com moralismos, de um lado, e, de outro, com um desejo imoral de ver positividade onde Jesus só veria miséria, é que me despeço com amor Nele,

 

Caio

10 de novembro de 2009

Lago Norte

Brasília

DF

Ler também: CONSTANTINO, LACTÂNCIO E O CRISTIANISMO IRREFORMÁVEL…

 

Fonte: Caio Fabio. Site Oficial

A Loja de Deus

Posted in Artigos on 11 de novembro de 2009 by elizeudalbonigarcia

 

A Loja de Deus

Entrei numa loja e ví um anjo no balcão.
-Santo anjo do Senhor, o que vendes?
Respondeu-me:
-Todos os dons de Deus.
-Custa muito caro?
-Não, tudo é de graça.
Contemplei a loja e vi vasos de vidro de fé, pacotes de esperança, caixinhas de felicidade e sabedoria.
Tomei coragem e pedi:
-Por favor, quero muito amor de Deus,
todo o perdão dEle, vidros de fé, bastante alegria e felicidade eterna para mim e para minha família.
Então, o anjo do senhor preparou um pequeno embrulho que cabia na minha mão.
-É possível, tudo aqui?
O anjo respondeu sorrindo:
-Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos, apenas sementes.
Plante a sua e seja feliz.

fonte: http://www.mensagemevangelica.com.br

 

 

Jesus Mantem o Universo em Ordem.

Posted in Artigos on 29 de outubro de 2009 by elizeudalbonigarcia

Alguns tem imagiado um Criador impessoal e distante, que colocou o universo rodando como peão, e logo se distanciou para um local de observaçao, aguradando-o a perde sua força, cabalear e tombar. Aqueles que conhecem Jesus melhor  iriam contestar!

Quais eram as convicçoes deles? Eles acreditaram que Jesus é Deus, que o cosmos veio a existir por Suas palavras. Mas ele ainda esta muito envolvido. Aliás, a continuidade da existencia do nosso universo depende do Seu  sustento. ” O filho é o resplendor da gloria de Deus e a expressão exata do seu ser, sutentando todas as coisas por sua paravra poderosa” ( Herbreus 1:3). Sem Jesus, tudo iria ficar aos pedaços: Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste” ( colossenses 1:17).

De acordo com os amigos de Jesus, não importa o quanto agimos auto-sufientes ou o quão independentes setimos, nosso proximo folego e bater do coração dependem Dele.

FONTE: todos@aosseuspes.com.br

Texto Extraido do Livro:  Quem è JESUS?

 

Medo de Deus….

Posted in Artigos on 16 de outubro de 2009 by elizeudalbonigarcia

Medo de Deus

O ser humano tem de lidar durante todo seu tempo com o medo, seu companheiro fiel. Este pode ser do tipo instintivo: aquele que quando criança nos faz ter medo do escuro ou pode ser fruto de uma doença psicológica ou teológica.
Outro dia eu tive medo de Deus. Não um mero temor. Ele me pareceu como um leão feroz rugindo e saltando em minha direção com seus dentes e garras ensangüentadas esperando torturar mais um fraco da fé. Esse tipo de medo de Deus é o principal sintoma de uma doença teológica, a qual beira a psicopatologia.
Essa doença é fruto de teologias pessimistas, que sempre foram pregadas por aqueles que insistem que Deus não se importa que pessoas o busquem por medo de irem para o inferno ou “lugar” semelhante (as aspas são justificas pelo fato de que no mundo espiritual não existe espaço nem tempo).
Um exemplo destacado de teologia pessimista é a do célebre (célebre?) teólogo do século XVIII, Jonathan Edwards. Em seu sermão “Pecadores nas Mãos de um Deus Irado” baseado no texto de Deuteronômio 32.35: “[…] Ao tempo em que resvalar o seu pé” ele concluiu que “Não há nada que os mantenha nem por um momento sequer fora do inferno, a não ser pela mera vontade de Deus”.
Reconheço que não possuo grandes conhecimentos teológicos e bíblicos, mas a própria intuição nos alerta que se Deus fosse irado a existência seria um caos. Diametralmente oposta à entropia do mundo físico, a entropia do mundo espiritual não tende a aumentar indefinidamente e sim a diminuir. Enquanto o mundo físico tende ao caos, o mundo espiritual tende à ordem.
Parece-me que o evangelho do Cristo ressurrecto está mais próximo do Deus do amor do que do Deus do fogo consumidor. Não que a bíblia se contradiz. Mas quanto mais se tem um relacionamento com alguém mais se conhece essa pessoa. Isso significa que o relacionamento deficiente dos hebreus com Deus os fizeram enxergá-lo como um semimonstro. Enxergar Deus como irado é humanizá-lo e ao mesmo tempo endeusar o ser humano. Não obstante, acreditar que Deus é amor é realmente reconhecê-lo como Deus e os seres humanos como semimonstros.

Escrito por: Gilberto Augusto T. Dalboni de Lima

A VERDADE QUE LIBERTA

Posted in Artigos on 16 de julho de 2009 by elizeudalbonigarcia

 

O ano de 2009 é o bicentenário do nascimento de Charles Darwin (1809-1882), um dos cientistas que desenvolveram a teoria da evolução e o descobridor da seleção natural.

Darwin, natural de Shrewsbury, Inglaterra, foi educado em Cambridge e trabalhou como naturalista. Sua grande obra Origem das Espécies apareceu pela primeira vez em 24 de novembro de 1859 e sacudiu o mundo revolucionando a biologia.

A palavra evolução vem do latim e (fora) e volvere (rolar). A idéia expressa é o evolver gradual, em subdivisões, com a produção de muitos. Isso é usualmente descrito como algo que passa do simples para o complexo.

A teoria da evolução infelizmente vem sendo vítima da ignorância e do preconceito. Ela incomoda aos que se auto-intitulam escolhidos e/ou predestinados, pois a evolução nos devolve ao reino animal.

Estivemos nós cometendo perigoso equívoco, engano equivalente ao representado pelo mito do anjo caído (aquele que se envaidece do que sabe, se imagina divino e não reconhece sua natureza).

É necessário então agradecermos a Darwin que, como Morfeu em Matrix – O Filme auxilia Neo a desvendar o “real”. É o conhecimento que liberta o alvo da ciência.

Assim como o conhecimento destacado por Cristo na Boa Nova incomodou os religiosos da época (os escribas e os fariseus), as idéias de Darwin incomodam a muitos religiosos da atualidade, mas não incomodam aos verdadeiros cristãos. Entretanto, alguns líderes que se dizem seguidores do mestre tentaram ofuscar o brilho da descoberta, viam o novo como algo que colocava em risco poder e riqueza. Este é o perfil de inquisidores cristãos, de líderes cristãos responsáveis pelo holocausto há quase 70 anos. Se esses falsos cristãos ainda se opuserem à luz, não há como não se estabelecer certo pessimismo.

Mas eu sou crente nas leis infalíveis de Deus.

E apesar da oposição dos religiosos, o projeto de Cristo avançará, pois foi ele quem disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Se Cristo é a verdade e se somos inimigos da verdade, somos anticristos.

Até a matemática nos contribui com metáforas otimistas. Metáforas com pessoas e números que nos trazem muita esperança. Os números podem ser positivos ou negativos.

A potenciação é uma operação que substitui a multiplicação de fatores iguais. O otimista destaca que os números, quando “potencializados”, caminham, fluem para o bom, belo e “positivo”.

Destacamos que um número negativo pode ser “potencializado” e se manter negativo ou ser potencializado de forma adequada (expoente par) se tornando positivo. Percebam que um número positivo não pode fornecer um resultado negativo quando elevado a um expoente, não importando a sua natureza (par ou ímpar). Do bem não chegaremos ao mal, mas uma boa escolha transforma, sendo capaz de transmutar mal em bem.

Talvez como na matemática ou boatemática esteja destinado a todos os seres vivos (cada um no seu tempo e ritmo) buscar o conhecimento, a beleza, a harmonia, o lado bom e positivo, buscar a Deus.

Parabéns a Darwin e aos que se comprometem com este ofício santos de trazer a luz que nos guia nesta caminhada de volta para casa, de volta para Deus.

 

Autor:  Gilberto A, Teixeira de Lima ( Biocientista na UFRJ )

Pastores não são “tios”

Posted in Artigos on 23 de abril de 2009 by elizeudalbonigarcia

Num país como o nosso, de cultura tradicionalmente católica, a figura do pastor evangélico é muitas vezes confundida com a do padre ou pai de santo. O padre, na cultura tupiniquim, é aquela figura distante, que celebra a missa, aparece nos eventos cívicos e é procurado no confessionário. O pai de santo é o curandeiro, o solucionador de problemas; a figura mítica que tem respostas rápidas e soluções instantâneas.

Como pastor já fui procurado por motivos semelhantes. Mas o que tem me intrigado é a mentalidade pós moderna do “pastor como um tio”. O tio, na cultura brasileira (e creio eu, na grande maioria dos países ao redor do globo), é alguém próximo o suficiente para ouvir confissões e ser um ombro amigo, mas sem autoridade paternal. Ou seja: o tio dá conselhos mas não dá bronca. Dá dicas, mas não impõe limites. O tio é disponível, acessível, mas procurado apenas por conveniência.

Acredito que as vezes, nós pastores, posamos nas fotos como “tios”  de nossas ovelhas. Estamos nos aniversários, nos noivados, nas formaturas e onde houver festividade, alegria, confraternização. Até aí tudo bem. Amo muito tudo isso. Mas ser pastor é algo mais. Implica em responsabilidades espirituais sérias que precisam ser avaliadas de modo mais maduro.

O pastor é um guia espiritual.

Segundo a Bíblia, pastores são guias espirituais.

Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a que tiveram (Hebreus 13:7) .

Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria

Os tios não tem o papel de guiar mas os pastores tem. A palavra dos pastores e servos de Deus tem autoridade divina, tem um tom sobrenatural, e isso significa não só concordar com tudo que dizemos ou fazemos, mas muitas vezes discordar, apontar o caminho certo com determinação, julgar atitudes erradas, sentenciar, disciplinar, repreender, corrigir, exortar, visando nosso progresso espiritual.

O pastor é uma autoridade espiritual.

Deus decidiu colocar sobre nossas vidas homens maduros o suficiente para que tenhamos uma noção clara de Sua Santa Autoridade. A autoridade de Deus está investida na vida de seus servos, os pastores. Mesmo discordando deles, devemos respeitá-los e jamais rechaçar suas orientações, determinações ou ensino, quando respaldadas na Bíblia Sagrada. A autoridade dos pastores não é absoluta, é relativa. Mesmo assim, devemos primeiramente ouvi-los, exercer discernimento, considerar suas palavras, compara-las com a Bíblia e então agradecer à Deus pela orientação. Um pastor é mais que um conselheiro – é um porta voz de Deus, sob autoridade divina, para o nosso bem.

Gosto de ser amigo, de estar próximo, de participar da vida de minhas ovelhas. Acho até que tenho um lado “tio” bem acentuado.

Guardo bem vivo na lembrança a figura do amado “Tio Cássio” (Pr. Cássio Colombo, da igreja Cristo Salva) que foi uma tremenda inspiração para mim, mas o título de tio era carinhoso pois seu ministério de pastor evangelista brilhava.

Mas se eu for considerado apenas o “tio”  não poderei exercer meu dom espiritual de pastor. Preciso ir além, exercer autoridade espiritual em amor, conforme Paulo orientou o pastor Timóteo em 1 Tm 5:1 , 6:17 e II Tm 4:2. Fazendo assim, cumprirei fielmente o meu chamado, exercerei a genuína autoridade pastoral a mim confiada e protegerei o rebanho do veneno mortífero das heresias, do relaxo espiritual, da falta de amor e de compromisso com o Reino de Deus.

Pastores não são “tios”, são pastores. Que assim seja, em nome de Jesus.

PR. SÉRGIO MARCOS e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros (Hebreus 13:17 ).